sexta-feira, 25 de junho de 2010

Niver Vô Mário II





Gentem, eu estou sem inspiração.... Então só vou publicar fotos! Dos filhos, dos netos presentes, do bolo do Mengão e do beijinho que rolou na hora do primeiro pedaço. Ah, mas vou contar um causo... Fui mostrar a foto dos filhos lá no trabalho e minha colega falou: "Ué, a família toda está aqui? Mas cadê você?". E eu: "Não, estes são só os filhos!". "Poxa, seu avô era bom, hein? Lá não tinha TV, não?". Hihihi. Beijocas!

Niver Vô Mário I



O primeiro post vai para a cara de "Hã?" do vovo para o Mauro, que discutia... futebol, com o Murilo, do outro lado da foto. O Márcio ainda estava quietinho, ali ao lado... Mas já com o copinho de cerveja, reparem só!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Recado para o Gigio


Gigio,

Soube esta semana que você tirou o conceito A na Uerj, e me lembrei de quando eu tirei o meu A. Não foi na segunda, mas somente na terceira tentativa. E eu sabia que eu precisava daquela letrinha se eu quisesse fazer uma faculdade pública. Estava muito pressionada; meu pai havia se endividado para pagar meu segundo grau, e o mínimo que eu podia fazer era passar. [Você disso está livre, né? Não paga colégio, não paga curso, ê vida boa].

Então, quando eu tirei A, foi um alívio, e mais do que meio caminho andado. Naquele ano, por causa da greve na UFRJ, havia 50 candidatos para cada uma das 40 vagas em Comunicação Social. Eram 2 mil candidatos! Com o A, eu deixei uns 1600 para trás... Faça esta conta: saiba, quando sair este resultado, com quantos você está disputando. Entre os 400 que tinham A, eu fiquei em 27º, o que me levou para a noite, no segundo semestre, mas eu estava lá, subindo aquelas rampas, fazendo a faculdade que sempre sonhei.

Mas o que me levou a pensar em você, ou melhor, em nós dois, foi porque naquela noite, quando a Beth me ligou, eu estava lendo uma síntese de um curso do Ministério das Cidades sobre urbanização de favelas. E me passou pela cabeça: quando eu vou parar de estudar? Porque descobri que ser Mestre não abre muitos caminhos. As universidades querem doutores, os pesquisadores são doutores, os acadêmicos respeitados são doutores.

Mas meu mestrado não valeu? Lógico que sim! Ser Mestre me dá a oportunidade de tentar um doutorado. Para ser Doutora, eu precisava ser Mestre. Eu sou uma Mestre. E, quem sabe, daqui a quatro anos, serei Doutora. Aí sim vou poder fazer concursos para universidades públicas, tentar ser pesquisadora em alguma instituição. É um longo caminho, eu sei.

E é esse o meu recado para você: você vai fazer sete anos de faculdade, dois de mestrado, quatro de doutorado. E, depois, vem o pós-doutorado. No mínimo, mais 13 anos de estudos. Você está preparado? Eu estava, e já deixei sete para trás (ou melhor, acumulei sete anos de estudos). Para mim, faltam apenas quatro.

E nesta metade do caminho, você vai conhecer a alegria que é dar uma palestra, uma aula inaugural, ser chamada para um congresso. Estou com dois marcados, para setembro e outubro, como palestrante. É o reconhecimento destes sete anos.

Tenho certeza que um dia você também olhará para trás. E mais que os outros, VOCÊ sentirá orgulho de si.
Beijos, Dani.

sábado, 12 de junho de 2010

Casamento da Thaís





No último fim de semana, a Thaís e o Rodrigo se casaram em uma cerimônia linda, seguida de uma festa muuuitoo boa! Vários ficaram na mão do palhaço!
Aqui estão a entrada da noiva (reparem na cara do Mauro, eu achei que ele ia ter um treco!), minha avó, toda chique, de colarzinho de pérolas, o Mauro no fim da festa, todo soltinho, e a Vanessa, toda feliz, achando que agora desencalha!!!
Felicidades aos noivos!!